“(...) amarás o teu próximo como a ti mesmo.”
(Mateus 22:39)
Quando você julga a si mesmo de maneira muito rígida ou cruel, ou quando coloca sobre os próprios ombros um pressão excessiva, passa a ser muito crítico em relação aos outros.
Amar e aceitar a si mesmo da maneira que D-s o ama abre as portas para um senso maior de paz e realização.
Amar a si mesmo não é ser egoísta, egocêntrico ou presunçoso; é aceitar sua existência como um presente a ser cultivado e compartilhado como uma benção para outras pessoas.
A psicanalista e escritora Elisabeth Kubler-Ross disse que as pessoas são como vitrais. “Elas brilham e reluzem quando bate o sol, mas, quando cai a escuridão, a sua verdadeira beleza só é revelada se houver uma luz vinda de dentro”.
Se você não brilha a partir de dentro, talvez seja porque esteja dependendo demais da opinião de outras pessoas para ganhar confiança e se sentir amado.
Você deve se amar como um reflexo do amor divino e como alguém que foi posto no mundo para dar uma contribuição única e especial.
(VUJICIC, nick. Uma vida sem limites: Inspiração para uma vida absolutamente boa – 6 impressão 2012 – Ribeirão Preto-SP: Novo Conceito Editora, 2011. p. 89, 91 e 92.)
Você tem valor!
Ouça e medite da letra dessa canção.
Nenhum comentário:
Postar um comentário